Sim porque esta é a palavra chave neste puzzle que é uma Autarquia, o planeamento de todas as suas acções em prol do bem dos Munícipes, independentemente se são de uma freguesia com muitos ou poucos eleitores.
Foi este "planeamento" que faltou a este Presidente que se viu eleito e sem rumo definido, mas ao invés de tentarem aos poucos criarem esse rumo que Valongo tanto necessita, limitaram-se a criar umas iniciativas, desgarradas, apenas com cariz eleitoral, começou a valer "o que der para nos manter mais tempo no poder é que serve".
Desta maneira temos vindo a assistir nestes últimos 14 anos (no final do mandato vão ser década e meia de desvario), um afastamento de Valongo como Concelho, dos restantes Concelhos da Área Metropolitana, e sem ideias para dar a volta a esta derrapagem. A dita derrapagem vê-se a tantos níveis, quer Cultural, Económica, Urbanística entre outras. ?Será assim tão difícil acertarem em alguma coisa?
Vou-me concentrar no URBANISMO, palavra cara para este executivo, o URBANISMO não é uma Ciência difícil de ser compreendida, basta ter bom senso, e deixar que os Técnicos, pois eles estão lá é para isso, pensem como deveria ser o nosso Concelho.
Acredito que se estas fossem as indicações do Executivo aos seus Técnicos, iria-se começar a ouvir entre outras coisas como estas "pérolas" do conhecimento, com que deve ser pautada uma boa politica de URBANISMO.
O PDM, coisa esta que toda a gente ouve falar e ninguém quer explicar aos munícipes como funciona, ou pelo menos como deveria funcionar; Plano Director Municipal - deve ser executado para ser apoiado por uma cultura de URBANISMO, que seja as linhas mestras para o desenvolvimento sustentável e harmonioso, não um instrumento que indique a investidores os locais que devem colocar o seu dinheiro para terem mais lucro.
Ou seja este PDM deve ser completado por um documento, a ser executado pelos Técnicos da Autarquia, um verdadeiro Plano de Ordenamento e Planeamento do Concelho de Valongo. Este plano teria como função de indicar como as freguesias, uma a uma, foram pensadas, desde o nível das suas infra-estruturas até á inserção urbana.
Acima de tudo o cenário que temos pela nossa frente, todos os dias, que percorremos as Ruas do Nosso Concelho, dita que a experiência das pessoas que detêm o poder nesta última Década e meia deveria de dar para mais, "Experiência não é o que acontece a um homem. É o que um homem faz com o que lhe acontece." logo deveriam de, pela experiência adquirida, fazer das freguesias, locais aprazíveis de se viver, e não no completo desarranjo intestinal que assistimos!!!
4 comentários:
O Ermesindense
Só espero que a alternativa ao Melo não passe pela Dtª Maria Azevedo pois nós Ermesindenses já a rejeitamos uma vez e voltaremos a fazelo, pela sua incapacidade politica demonstrada na CMPorto enquanto Vareadora e npela fraca prestação que tem sido visivel na CMValongo, preocupando-se mais em abrir guerras com o seu partido do que representar o povo e defender os interesses da nossa população.
O nosso concelho precisa de um projecto ambicioso e que UNA e não divida todos os agentes interessados em fazer algo pelo concelho.
O projecto Melo, o qual eu me revi, esgotou-se.
Nao
Nao ha alternativa ao Dr Fernando Melo!
Nao vejo ninguem dentro da oposiçao que seja uma melhor opçao para Valongo.
Quando souberem de alguem competente, honesto e amigo de Valongo AVISEM!
Numa data provavel, lá estarei; o 'pensar urbanismo' parece-me demasiado importante... Apelo a um encontro de ideias, uma sessão onde se promova o N/ concelho, elevando-o, procurando perceber então os limites e fronteiras da área metropolitana. Valonguense há dias, apatece-me falar. Um grande bem haja para quem me facultou este endereço!
pois na minha opiniao... sei la', por exemplo, um tasqueiro qualquer de valongo faria melhor figura no poleiro municipal que o presente presidente. um abraCo ao blogueiro!
Enviar um comentário