A Serra de Santa Justa integra um conjunto montanhoso caracterizado pela sua beleza paisagística e riqueza científica.
Ao longo de décadas vem sendo considerado por técnicos especialistas e por políticos como o grande pulmão da Área Metropolitana do Porto.
Várias têm sido as tentativas, o de tornar este grande projecto como um projecto mobilizador das autarquias que constituem a Área Metropolitana do Porto, várias têm sido também as iniciativas tomadas na Assembleia da República no sentido de criar para este conjunto montanhoso, como uma zona protegida e assim obter os investimentos necessários para o seu desenvolvimento.
Recordo aqui a iniciativa dos então Deputados Afonso Lobão e Carlos Lage e outros do Partido Socialista, que apresentaram em sede própria ao longo deste tempo projectos de Lei no sentido de concretizarem este desejo que é também um imperativo em termos de qualidade de vida.
Do mesmo modo e em nome do rigor recordo os projectos de Lei do PCP que vão no mesmo sentido, a propósito não deixo de sublinhar o papel do Governo Socialista de António Guterres que através da ex-Ministra do Ambiente Elisa Ferreira e do seu então Secretário de Estado Ricardo Magalhães que fizeram considerar a Serra de Santa Justa um sítio integrado na rede Natura 2000 da União Europeia.
É justo reconhecer que ao longo do tempo a Câmara Municipal de Valongo quer na gestão Socialista quer na actual vêm intervindo pontualmente no sentido de minorar a degradação ambiental da nossa serra. Infelizmente são apenas medidas de carácter pontual e não intervenções com uma visão estratégica de um projecto metropolitano.
A Autarquia de Valongo só por si não é capaz de assumir tal projecto, as Autarquias de Valongo, Paredes e Gondomar deviam assumir em conjunto a dinamização desta ideia, projecto, infelizmente tal não tem sido possível.
O Presidente da Câmara, ele próprio reconheceu em entrevista ao Comércio do Porto que as Câmaras de Gondomar e Paredes, não o acompanham neste desafio, mas afinal não são todos do PSD? Não é o Presidente da Junta Metropolitana o Presidente da Câmara de Gondomar?
É preciso que Valongo mostre à Junta Metropolitana e ao seu Presidente o Sr. Valentim Loureiro, o desagrado pelo seu comportamento e insensibilidade demonstrada sobre este projecto.
A Junta Metropolitana tem de ser responsabilizada pelo abandono de Valongo, porque será que quando se trata de projectos como a LIPOR ou o Metro, Valongo seja incluído no rol dos Concelhos que pertencem á Área Metropolitana! Em relação ao último, que benefícios tem Valongo? Onde estão as linhas do Metro no Concelho de Valongo? O dinheiro é canalizado para esses projectos, e o "Pulmão Metropolitano" fica ao abandono? Que apoios tem?
Valongo tem de arcar com os custos de reflorestação de uma zona, que nos últimos anos tem sido tão fustigada por incêndios? Porque será que não transformam o "Pulmão", a Serra de Santa Justa, Pias, Castiçal, Banjas e Boneca, em zona protegida? Que interesses corporativistas estão por trás? Em devido tempo Valongo terá que tomar uma atitude acerca deste comportamento que têm para o tão ilustre Pulmão do Porto que nos responde da seguinte maneira: PERTO DA VISTA LONGE DO CORAÇÃO.
Ao longo de décadas vem sendo considerado por técnicos especialistas e por políticos como o grande pulmão da Área Metropolitana do Porto.
Várias têm sido as tentativas, o de tornar este grande projecto como um projecto mobilizador das autarquias que constituem a Área Metropolitana do Porto, várias têm sido também as iniciativas tomadas na Assembleia da República no sentido de criar para este conjunto montanhoso, como uma zona protegida e assim obter os investimentos necessários para o seu desenvolvimento.
Recordo aqui a iniciativa dos então Deputados Afonso Lobão e Carlos Lage e outros do Partido Socialista, que apresentaram em sede própria ao longo deste tempo projectos de Lei no sentido de concretizarem este desejo que é também um imperativo em termos de qualidade de vida.
Do mesmo modo e em nome do rigor recordo os projectos de Lei do PCP que vão no mesmo sentido, a propósito não deixo de sublinhar o papel do Governo Socialista de António Guterres que através da ex-Ministra do Ambiente Elisa Ferreira e do seu então Secretário de Estado Ricardo Magalhães que fizeram considerar a Serra de Santa Justa um sítio integrado na rede Natura 2000 da União Europeia.
É justo reconhecer que ao longo do tempo a Câmara Municipal de Valongo quer na gestão Socialista quer na actual vêm intervindo pontualmente no sentido de minorar a degradação ambiental da nossa serra. Infelizmente são apenas medidas de carácter pontual e não intervenções com uma visão estratégica de um projecto metropolitano.
A Autarquia de Valongo só por si não é capaz de assumir tal projecto, as Autarquias de Valongo, Paredes e Gondomar deviam assumir em conjunto a dinamização desta ideia, projecto, infelizmente tal não tem sido possível.
O Presidente da Câmara, ele próprio reconheceu em entrevista ao Comércio do Porto que as Câmaras de Gondomar e Paredes, não o acompanham neste desafio, mas afinal não são todos do PSD? Não é o Presidente da Junta Metropolitana o Presidente da Câmara de Gondomar?
É preciso que Valongo mostre à Junta Metropolitana e ao seu Presidente o Sr. Valentim Loureiro, o desagrado pelo seu comportamento e insensibilidade demonstrada sobre este projecto.
A Junta Metropolitana tem de ser responsabilizada pelo abandono de Valongo, porque será que quando se trata de projectos como a LIPOR ou o Metro, Valongo seja incluído no rol dos Concelhos que pertencem á Área Metropolitana! Em relação ao último, que benefícios tem Valongo? Onde estão as linhas do Metro no Concelho de Valongo? O dinheiro é canalizado para esses projectos, e o "Pulmão Metropolitano" fica ao abandono? Que apoios tem?
Valongo tem de arcar com os custos de reflorestação de uma zona, que nos últimos anos tem sido tão fustigada por incêndios? Porque será que não transformam o "Pulmão", a Serra de Santa Justa, Pias, Castiçal, Banjas e Boneca, em zona protegida? Que interesses corporativistas estão por trás? Em devido tempo Valongo terá que tomar uma atitude acerca deste comportamento que têm para o tão ilustre Pulmão do Porto que nos responde da seguinte maneira: PERTO DA VISTA LONGE DO CORAÇÃO.