domingo, 30 de dezembro de 2007
O Ano de 2008
Em relação a quem domina os destinos do nosso Concelho, a sua missão advinha-se muito espinhosa e difícil de concretizar. Pois após o marasmo que ditaram estes últimos anos é muito penoso e difícil contrariar a crescente opinião da população de que estes últimos 8 anos foram 8 anos perdidos.
Anos esses em que depois de "derreter" os poucos fundos que a Câmara ainda detinha, renderam-se ás evidências de que não foram e não são capazes, que por sua vez não irão ser, de levar o Concelho de Valongo para o lugar que merece e já teve na Área Metropolitana do Porto.
O Partido Socialista, vai enfrentar umas eleições internas que serão das mais decisivas e orientadoras do caminho que pretende mostrar á população. Dois caminhos se avizinham, um que é perpetuado pelo passado recente, apresentado á população, que achou não ser essa a melhor opção. E que tem vindo a constantemente a contrariar as ideias apresentadas pelo próprio partido, aqueles que se submeteram ao sufrágio dos militantes, e que assumiram os destinos do Partido depois das últimas Eleições Autárquicas.
O caminho que surge com mais força e mais determinação, é o caminho que nos últimos 2 anos tem vindo a mostrar á população de Valongo que pode e deve confiar nas pessoas que estão a liderar o Partido, pois tratam-se de pessoas com capacidades que toda a gente reconhece para assumirem os destinos do nosso Concelho.
Pessoas que assumiram o Partido depois de uma derrota eleitoral, e que passaram os últimos dois anos a reerguer o Partido, a reestruturar, a trabalhar para merecer a confiança da População. Pois são estas as orientações que o Partido Socialista tem de seguir para poder reerguer o Concelho e transformá-lo no Concelho que todos queremos.
CONFIANÇA
TRABALHO
PROJECTO PARA O CONCELHO
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
Traçado da A4 defendido por este executivo
- "Traçado da A4 gera protesto unânime. A alteração prevista pelas Estradas de Portugal e Brisa do traçado da auto-estrada A4, no troço entre Ermesinde e Valongo, abordada na reunião da Câmara Municipal de Valongo no passado dia 8 de Novembro, gerou uma reprovação unânime dos vereadores da maioria e da oposição. De facto, ao contrário das expectativas que resultavam de contactos anteriores, em vez de um novo traçado a norte, aliviando a pressão sobre o concelho e, sobretudo, a cidade de Valongo, a proposta agora surgida prevê o alargamento do troço referido, abrindo ainda mais a ferida no centro da capital do concelho. A Câmara aprovou uma proposta no sentido de se abandonar esta nova solução, voltando ao projecto antes acordado de desactivar a passagem da auto-estrada pela cidade de Valongo..."
- Pergunto eu - Desde quando é que este executivo teve poder negocial junto do Poder Central???
- "...documento aprovado unanimemente pela Câmara, sob proposta do vereador Mário Duarte, após referir a intenção das Estradas de Portugal (EP) e Brisa em alargar e beneficiar a auto-estrada A4 (Porto-Amarante) nos sub-lanços Ermesinde-Valongo- Campo, e avaliando a intervenção como «fundamental para elevar os padrões de segurança de circulação» e «aumentar a sua capacidade de fluidez face ao inadequado perfil existente», recordava ainda que o troço actual «atravessa (e divide) a cidade de Valongo», constituindo «uma forte barreira ao planeamento urbano do território», sendo «gerador de múltiplos impactos negativos, assumindo-se os de natureza ambiental como os mais significativos».O documento recordava que a objectividade e pertinência desses factores entendidos pela EP tinham levado esta a iniciar o estudo de novo traçado, «o qual apontava para a construção de um novo troço entre Ermesinde e Valongo, prevendo-se a desactivação do troço actual que atravessa» a cidade de Valongo.Sobre essa perspectiva, e embora se desconhecesse em pormenor, o traçado rigoroso e definitivo do troço, tinha a edilidade manifestado a sua concordância, mostrando-se agora surpreendida com a intenção de alargar a A4 mantendo o actual traçado e, assim, agravando os estrangulamentos impostos à cidade de Valongo nos aspectos já referidos. A Câmara propõe o regresso a uma solução que evite o atravessamento da cidade da Valongo, propondo em alternativa, a passagem a norte, que, por sua vez, facilitaria o acesso à A41."
- Pergunto eu : Onde será que esta gente vive?? Será que esta gente faz o percursso para e de Valongo pela A4?? A única altura que a A4 fica subcarregada (na zona de Valongo) é quando existe acidentes antes ou depois dos tuneis de Águas Santas. O Tránsito na A4 só ficará resolvido quando chegarem á "brilhante" conclusão que a saida de Ermesinde está subdimensionada, e que será necessário proceder ao alrgamento dos tuneis ou então a construção de outro (entre os 2 já existentes). E com a Criação de outra saida antes da saida de Ermesinde o que facilitaria ao esquamento do trafego automóvel pois grande parte das pessoas que saem em Ermesinde, são moradores ou da zona limitrofe com a Maia, ou Moradores do Alto da Maia, logo a construção de uma saida que permitisse a estes moradores sairem mais perto das suas habitações bem como o escoamento mais celere do trafego existente!
- Pergunto eu : Desde quando este executivo teve consciência ambiental? É agora com acções desgarradas no Rio Leça? Que não serve mais do que dizer que são os unicos empenhados em limpar o Rio? Mais uma para agradar a população de Ermesinde? Depois do atentado ambiental que deixaram fazer na zona do "deserto de Valongo", qual deserto do Sahara qual que, em que permanece estoicamente a Biblioteca sozinha como que um Oásis a pontificar naquela zona. Isso sim é um impacto ambiental importante!
quinta-feira, 6 de setembro de 2007
O Abandono a que estamos votados
sexta-feira, 31 de agosto de 2007
Politica Valonguense
Esta poderia ser a definição do que é um politico para a população, mas temos de pensar no seguinte, tem de existir alguém que nos "governe", chamemos-lhes políticos ou outra coisa qualquer! Todos nós devemos estar atentos á política, mais que não seja para evitar que se faça atentados como os que têm sido cometidos no Concelho em que VIVEMOS.
"O conhecimento da natureza humana é o princípio e o fim da educação política "
Fonte: "A Minha Educação" Autor: Adams, Henry
Esta é a essência que tem governado o Concelho de Valongo nos últimos anos, conhecer a natureza humana dos munícipes e responder de maneira a que lhes seja permitido ganhar as eleições anos após anos. Isto estaria correcto se não estivessem a reger os destinos do Concelho arquitectado na doutrina do apenas o menor possível para nos permitir ficar "agarrados ao poder", porque isso sim é o importante, o poder, não perder o poder!
Desta maneira a seguinte frase não poderia estar mais correcta e emblemática do desnorte do executivo camarário:
"A política... há muito tempo deixou de ser ciência do bom governo e, em vez disso, tornou-se arte da conquista e da conservação do poder"
Fonte: "La Vita Agra" Autor: Biancardi, L.
Temos de ser mais exigentes no nosso Concelho, participar mais na vida do Concelho, mostrar as nossas opiniões. Só assim podemos mostrar aos Partidos Políticos que o que realmente interessa, não é o bem estar de quem ganha mas sim o bem estar da população, não são eleitos para se governarem mas para governarem o Concelho.
Valongo necessita de um plano, uma linha de rumo, estamos perdidos no éter, como que encarcerados numa Twilight Zone, onde parece que nada muda. Os concelhos á volta todos se desenvolvem, todos conseguem atrair novos investimentos construir novos equipamentos para que a população possa desfrutar e apreciar a vida nesses Concelhos.
Contudo nós continuamos na cauda do desenvolvimento dos Concelhos da Área Metropolitana, bem é certo se virarmos a lista ao contrário estamos em primeiro, se calhar é assim que vêm as coisas na Av.ª 5 de Outubro - Edifício dos Paços do Concelho. Edifício que já andam a prometer um novo desde que estão no "poder".
Mas como é que irão conseguir, se não têm dinheiro, para onde terá ido o dinheiro essa é a questão que os munícipes deveriam colocar, se estivesse aplicado em "obra" mas corrijam-me se estou enganado.... Que obra ?????????
sábado, 14 de julho de 2007
Como se Manter no Poder
Enquanto deixar a população de Ermesinde "satisfeita" consegue levar a água ao moinho, que é ser reeleito vezes sem conta.
Só que isto deixa uma questão muito importante a pairar sobre o Concelho como se de um fantasma se trata-se; E o resto do Concelho é paisagem???
Isto foi mais uma das tácticas utilizadas para ter o poder a todo o custo, mas cada vez mais escasseia as ideias e o dinheiro para intervir em Ermesinde (com isto o resto do Concelho desespera).
Agora até já se transfere serviços Camarários para Ermesinde, tentando apelar á ideia de "separatismo", cultivada tanto tempo de pôr Valonguenses contra Ermesindenses.
O que se seguirá?? Será que não se mentalizam que o Concelho deveria ser desenvolvido como um todo e não a várias velocidades? Além de sermos o Concelho mais atrasado da Área Metropolitana, ainda querem colocar freguesias mais atrasadas que outras.
A contrastar com o desenvolvimento, merecido seja dito, de Ermesinde, vemos as restantes freguesias deitadas ao abandono e carenciadas de diversas infra-estruturas!
Mas não se preocupem as eleições estão mais perto algumas ideias ainda não foram postas a Público, quando a população tiver conhecimento dos planos para os Novos Passos do Concelho em Valongo, pode ser que a população de Valongo mude, vão é esquecer de dizer que negócios estão por detrás.
Talvez surja novamente a ideia, que vai fazer 16 anos no final do mandato de um estádio para cada freguesia! Lembram-se?? Está tudo documentado é só ir ver o prospecto eleitoral da primeira vez que o Dr.º Fernando Melo se candidatou e ganhou, é verdade nos outros que vieram a seguir vinha sempre a falar nisso mas.....
Ou será que sou eu que estou a viver noutra terra e estas obras já estejam realizadas e em utilização pela população, a Serra da Santa Justa está ao abandono ou fui eu que sonhei, se calhar sonhei que tinha havido uma derrocada no Fojo das Pombas (provocada pelas o"obras" que a Câmara lá realizou) e está ao abandono!!
"O mal da ignorância é que vai adquirindo confiança à medida que se prolonga." E esta confiança já vai para 16 anos lembrem-se quando pensarem ou sonharem em viver no Concelho de Valongo!!
quinta-feira, 12 de julho de 2007
Está na Hora
Sim porque esta é a palavra chave neste puzzle que é uma Autarquia, o planeamento de todas as suas acções em prol do bem dos Munícipes, independentemente se são de uma freguesia com muitos ou poucos eleitores.
Foi este "planeamento" que faltou a este Presidente que se viu eleito e sem rumo definido, mas ao invés de tentarem aos poucos criarem esse rumo que Valongo tanto necessita, limitaram-se a criar umas iniciativas, desgarradas, apenas com cariz eleitoral, começou a valer "o que der para nos manter mais tempo no poder é que serve".
Desta maneira temos vindo a assistir nestes últimos 14 anos (no final do mandato vão ser década e meia de desvario), um afastamento de Valongo como Concelho, dos restantes Concelhos da Área Metropolitana, e sem ideias para dar a volta a esta derrapagem. A dita derrapagem vê-se a tantos níveis, quer Cultural, Económica, Urbanística entre outras. ?Será assim tão difícil acertarem em alguma coisa?
Vou-me concentrar no URBANISMO, palavra cara para este executivo, o URBANISMO não é uma Ciência difícil de ser compreendida, basta ter bom senso, e deixar que os Técnicos, pois eles estão lá é para isso, pensem como deveria ser o nosso Concelho.
Acredito que se estas fossem as indicações do Executivo aos seus Técnicos, iria-se começar a ouvir entre outras coisas como estas "pérolas" do conhecimento, com que deve ser pautada uma boa politica de URBANISMO.
O PDM, coisa esta que toda a gente ouve falar e ninguém quer explicar aos munícipes como funciona, ou pelo menos como deveria funcionar; Plano Director Municipal - deve ser executado para ser apoiado por uma cultura de URBANISMO, que seja as linhas mestras para o desenvolvimento sustentável e harmonioso, não um instrumento que indique a investidores os locais que devem colocar o seu dinheiro para terem mais lucro.
Ou seja este PDM deve ser completado por um documento, a ser executado pelos Técnicos da Autarquia, um verdadeiro Plano de Ordenamento e Planeamento do Concelho de Valongo. Este plano teria como função de indicar como as freguesias, uma a uma, foram pensadas, desde o nível das suas infra-estruturas até á inserção urbana.
Acima de tudo o cenário que temos pela nossa frente, todos os dias, que percorremos as Ruas do Nosso Concelho, dita que a experiência das pessoas que detêm o poder nesta última Década e meia deveria de dar para mais, "Experiência não é o que acontece a um homem. É o que um homem faz com o que lhe acontece." logo deveriam de, pela experiência adquirida, fazer das freguesias, locais aprazíveis de se viver, e não no completo desarranjo intestinal que assistimos!!!
quinta-feira, 5 de julho de 2007
Cultura Versus Consumismo
Qual NOVA BERLIM, iria ser uma NOVA BRASÍLIA (nesta altura eles iam muitas vezes ao Brasil, não sei fazer o quê), passamos para o agora tão falado (pelo menos nos tempos mais recentes) DESERTO, este a Norte do Rio Tejo.
Então o que fazer com este deserto, onde apenas se vislumbra na sua altivez a Biblioteca Municipal, é verdade já se viu no IRAQUE terras com melhor aspecto, e eles andam em guerra. Que tal instalar um HIPERMERCADO? Dizem que existe um muito bom em BERLIM e em BRASÍLIA também.
E eis que surge vindo do nada mais uma ideia para criar em Valongo mais uma ..................... sei lá vou chamar-lhe "desorientação", pois é disso que parecem sofrer os chamados "homens do poder"
O que é verdade é que:
- os índices da qualidade de vida, provam que o concelho de Valongo ocupa o último lugar dos concelhos da AMP.
- é de referir igualmente os baixos índices de educação, apoio social e saúde, por exemplo, 7,8% dos Valonguenses não concluiu o 2º Ciclo do Ensino, 23,3% não frequenta o 3º Ciclo, e apenas 15% das crianças é que frequenta uma creche. Na terceira idade, apenas 3% dos idosos têm lugar em lares e centros de dia, na Saúde, existem 16 500 habitantes que estão sem médico de família.
- Valongo tem uma área de 75,2 km2, grande maioria desta área de uma beleza natural pouco vista no mundo, (sim no mundo porque o Anticlinal de Valongo vem nos livros de todo o mundo em termos Geológicos), e cerca de 86 005 habitantes havidos por ver que o desenvolvimento e progresso não é só BETÃO.
E não é que o melhor que o Executivo Camarário arranjou para a Freguesia de Valongo é colocá-la no Livro do Guinness, como, a Freguesia com mais oferta de Hipermercados por Habitante???
- Valongo, freguesia, tem 18 698 habitantes e 2 066 ha. Se ainda sei fazer contas e a memória não me atraiçoa com os planeados Hipermercados já vamos com 10. O que dá 1 870 +- Habitantes para cada hipermercado, será que dá para todos sobreviverem??
Que é feito das politicas de Educação? e a Cultura, vai ficar apenas pela Biblioteca, elegantemente só, e pelo Magic Valongo?
Entre as políticas, não podemos dissociar a politica da cultura e a política de educação porque ambas se misturam e uma é o veio transmissão e construção da outra. Por este motivo uma política de cultura é indissociável de uma política de educação.
É importante não cair-mos na tentação para sobrevalorizar a parte económica da cultura, é possível fazer coisa importantes com poucos recursos, e claro não podemos fugir ao paradigma de que nada tem importância se não for executado com grandes verbas. Os objectivos culturais não podem ser ultrapassados por objectivos puramente mercantis. A CULTURA e a EDUCAÇÃO têm um significado mais profundo e são a identidade de uma comunidade, neste caso de VALONGO estamos a passar por uma grave crise de identidade.
Assistimos a um executivo Camarário que não tem verbas, ou melhor atrevo a dizer mesmo que as "perdeu", sem essas verbas e pelo pensamento mercantil, não podem envolver-se em projectos "Educacionais-Culturais", também não têm imaginação para mais, só mesmo comprando dai o pensamento mercantil!!!
Por isso deixo esta última reflexão, se é para transformar Valongo em terra com objectivos puramente mercantis, que tal colocar á entrada e saída de Valongo umas "portagens", umas caixas de pagamento como os Hipermercados e transformar Valongo num Gigantesco Hiper, onde o Melaço e artigos dai originários são mais barato que nos outros locais.
quarta-feira, 27 de junho de 2007
Pulmão Metropolitano
Ao longo de décadas vem sendo considerado por técnicos especialistas e por políticos como o grande pulmão da Área Metropolitana do Porto.
Várias têm sido as tentativas, o de tornar este grande projecto como um projecto mobilizador das autarquias que constituem a Área Metropolitana do Porto, várias têm sido também as iniciativas tomadas na Assembleia da República no sentido de criar para este conjunto montanhoso, como uma zona protegida e assim obter os investimentos necessários para o seu desenvolvimento.
Recordo aqui a iniciativa dos então Deputados Afonso Lobão e Carlos Lage e outros do Partido Socialista, que apresentaram em sede própria ao longo deste tempo projectos de Lei no sentido de concretizarem este desejo que é também um imperativo em termos de qualidade de vida.
Do mesmo modo e em nome do rigor recordo os projectos de Lei do PCP que vão no mesmo sentido, a propósito não deixo de sublinhar o papel do Governo Socialista de António Guterres que através da ex-Ministra do Ambiente Elisa Ferreira e do seu então Secretário de Estado Ricardo Magalhães que fizeram considerar a Serra de Santa Justa um sítio integrado na rede Natura 2000 da União Europeia.
É justo reconhecer que ao longo do tempo a Câmara Municipal de Valongo quer na gestão Socialista quer na actual vêm intervindo pontualmente no sentido de minorar a degradação ambiental da nossa serra. Infelizmente são apenas medidas de carácter pontual e não intervenções com uma visão estratégica de um projecto metropolitano.
A Autarquia de Valongo só por si não é capaz de assumir tal projecto, as Autarquias de Valongo, Paredes e Gondomar deviam assumir em conjunto a dinamização desta ideia, projecto, infelizmente tal não tem sido possível.
O Presidente da Câmara, ele próprio reconheceu em entrevista ao Comércio do Porto que as Câmaras de Gondomar e Paredes, não o acompanham neste desafio, mas afinal não são todos do PSD? Não é o Presidente da Junta Metropolitana o Presidente da Câmara de Gondomar?
É preciso que Valongo mostre à Junta Metropolitana e ao seu Presidente o Sr. Valentim Loureiro, o desagrado pelo seu comportamento e insensibilidade demonstrada sobre este projecto.
A Junta Metropolitana tem de ser responsabilizada pelo abandono de Valongo, porque será que quando se trata de projectos como a LIPOR ou o Metro, Valongo seja incluído no rol dos Concelhos que pertencem á Área Metropolitana! Em relação ao último, que benefícios tem Valongo? Onde estão as linhas do Metro no Concelho de Valongo? O dinheiro é canalizado para esses projectos, e o "Pulmão Metropolitano" fica ao abandono? Que apoios tem?
Valongo tem de arcar com os custos de reflorestação de uma zona, que nos últimos anos tem sido tão fustigada por incêndios? Porque será que não transformam o "Pulmão", a Serra de Santa Justa, Pias, Castiçal, Banjas e Boneca, em zona protegida? Que interesses corporativistas estão por trás? Em devido tempo Valongo terá que tomar uma atitude acerca deste comportamento que têm para o tão ilustre Pulmão do Porto que nos responde da seguinte maneira: PERTO DA VISTA LONGE DO CORAÇÃO.